Nenhuma melhora significativa na dieta em 30 anos: estudo

sanduíche de hambúrguer com batatas fritas e molhos.  — Destravar
sanduíche de hambúrguer com batatas fritas e molhos. — Destravar

Pesquisadores da Tufts University descobriram que as dietas de hoje não são muito diferentes ou mais saudáveis ​​do que eram há três décadas em todo o planeta.

A equipe classificou diferentes itens alimentares em uma escala de 0 a 100, onde 0 significava o menor valor nutricional ou junk food e 100 era uma dieta perfeitamente saudável com todos os componentes.

Em 2018, a pontuação média foi de 40,3, 1,5 pontos a mais do que em 1990. Durante esse período, as opções saudáveis ​​​​se tornaram populares em alguns países como EUA, China e Irã, mas em outros, como Japão e Nigéria, as dietas das pessoas se tornaram pouco saudáveis. As pessoas nas Américas estavam comendo pouco, mas os sul-asiáticos tinham os melhores hábitos alimentares.

Apenas 10 países no mundo pontuaram acima de 50 hoje.

Enquanto as pessoas estão consumindo mais vegetais e frutas secas hoje em dia, elas também estão comendo mais carne vermelha e tomando bebidas açucaradas e sal.

O estudo publicado na revista Comida Natural também descobriram que as mulheres seguem dietas mais saudáveis ​​do que os homens. As pessoas mais velhas também foram encontradas consumindo alimentos mais saudáveis ​​do que as pessoas mais jovens.

A educação parece desempenhar um papel importante. Aqueles com ensino superior são mais conscientes e se tornam pais bem educados, alimentando seus filhos com alimentos mais saudáveis.

A equipe disse que os hábitos alimentares e a qualidade da dieta diminuíram com a idade. As crianças mais novas tinham as melhores dietas, mas isso piorou à medida que cresciam. Os autores disseram que a infância pode ser o melhor momento para formar hábitos saudáveis ​​nas crianças.

Os pesquisadores analisaram dados de mais de 1.100 pesquisas do Global Dietary Database realizadas em 185 países.

A má alimentação provou ser a principal causa de doenças e quase 26% das mortes precoces.

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