Uma técnica tradicional de “incubação” ajuda Georgette Smith a alcançar seu estilo distinto e esboçado

Desenhada por tons amarelados e pêssego, com elementos de azul e roxo, a ilustradora Georgette Smith tem uma propensão para criar trabalhos que retratam a vida lenta e os “momentos mais tranquilos” do dia: com gatos descansando, cenas de cama matinais e mergulhos em lagos. Este foco está enraizado em sua experiência de crescer no campo sereno de Somerset, um lugar que ela vê como simultaneamente “relaxado” e “isolante”, e onde ela ainda vive até hoje. “Acho que meus desenhos podem parecer nostálgicos, tocando em um sentimento familiar, como um lembrete de um certo verão”, diz Georgette.

Se você está se perguntando como Georgette consegue seu estilo distinto, é através de um processo chamado “hatching”. Usando principalmente cera tradicional e pastéis de óleo, a ilustradora sobrepõe pequenas linhas para criar seu efeito texturizado, um estilo que muitos fãs disseram a ela que parece chuva caindo. Se pudéssemos sugerir passar um tempo com apenas uma das peças de Georgette, seria Casa Escondida – suas linhas dão a impressão de uma tempestade no meio do verão, enquanto a peça em geral mostra todas as facetas definidoras de seu irresistível corpo de trabalho.

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